Editoração eletrônica - José Henrique Lamensdorf - translation - tradução

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Editoração eletrônica

PORTUGUÊS > EDITORAÇÃO

O QUE É EDITORAÇÃO ELETRÔNICA?


Editoração eletrônica, também conhecida como DTP (do inglês, DeskTop Publishing) é o processo de criação de uma publicação inteira diagramada em computador, com textos, figuras, desenhos, tabelas, esquemas etc. Pode ser um livro, uma revista, um catálogo, um folheto, um manual etc.

O resultado final será um arquivo, que pode ser adaptado a diversas finalidades, por exemplo:
    • impressão numa gráfica convencional (grande tiragem)
    • impressão numa gráfica digital (pequena tiragem)
    • distribuição para visualização na tela ou impressão pelo usuário, geralmente em arquivos PDF do Adobe Acrobat.

Para quem não é do ramo, isto pode surpreender, mas a tradução envolve exclusivamente texto, nada mais. Ainda não se passou um século desde o tempo em que tradutores trabalhavam apenas com uma caneta ou máquina de escrever. Isto poderia induzir algumas pessoas a pensarem que "traduzir" uma publicação qualquer resultaria implicitamente numa publicação idêntica em outro idioma, o que não é verdade.

Entre a tradução em si e a montagem gráfica de uma publicação há todo um trabalho de editoração envolvido. Em outros tempos ele era feito manualmente, a partir de elementos gerados por processos fotomecânicos: montavam-se as tiras de texto geradas por uma fotocompositora e as diversas ilustrações numa prancha de papelão (o processo se chamava paste-up) e o resultado era fotografado, gerando-se fotolitos para a gravação de chapas de impressão. Parte dessa montagem era feita nos próprios fotolitos. Hoje em dia tudo é feito em computador.

Ao longo dos anos, vários programas foram desenvolvidos para se fazer a editoração eletrônica.

Dentre os mais utilizados, os de primeira linha são:
    • InDesign e seu precursor, Page Maker
    • QuarkXpress
    • Frame Maker

Os de segunda linha (para amadores) mais conhecidos são:
    • Microsoft Publisher
    • Serif PagePlus
    • Scribus

O problema é que cada um deles gera seu próprio formato de arquivos, incompatível com os outros. Então é preciso ter o programa para abrir uma publicação criada nele, seja para visualizar ou imprimir. A solução para a distribuição dessas publicações para gráficas e para o público em geral foi a criação dos arquivos PDF, originalmente do Adobe Acrobat.

Então surgem duas situações básicas na tradução:

  • a) Criação de um novo original - Se o original disponível está em papel, será preciso criar um novo arquivo, uma nova diagramação. Isto também se aplica se houver mudança no formato, por exemplo, passando de "Letter" (8,5 x 11 polegadas = 216 x 280 mm) para ABNT A4 (210 x 297 mm). Neste caso será preciso fazer o processo convencional de tradução e editoração eletrônica. Ofereço esse serviço em PageMaker, incluindo a conversão para PDF.

  • b) Aproveitamento do original existente - Se houver um arquivo PDF, e seja preciso apenas traduzi-lo, o processo pode ser bem mais econômico, se feito diretamente, aproveitando todo o trabalho anterior de editoração eletrônica, ou seja, a diagramação. O processo que ofereço está descrito nesta página.


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